Conhecida como “joelho do saltador” aparece no tendão da patela, bem na frente da articulação até a tuberosidade da tíbia. O excesso de treinamento pode dar origem às dores.  Saltos, dribles, tiros curtos em corrida podem aumentar a incidência de lesões


Na corrida, a força gerada no joelho é cinco vezes maior que na caminhada (Cohen ET. AL. 1998) e a flexão do joelho é aumentada na atividade. O estresse por excesso do mecanismo extensor da articulação pode ocasionar  a inflamação do tendão patelar.


A reclamação dos praticantes é de uma dor difusa no tendão, com local de maior dor na porção interior da patela. Os incômodos geralmente acontecem nos treinos, mas evoluem para as rotinas diárias. Queixa comum é no subir e descer de escadas.

O tratamento eficaz é, primeiramente, procurar um profissional qualificado para exames de raios-X ou ressonância magnética e diferenciar se é uma tendinite aguda ou crônica, pois muitas das vezes o processo de evolução da patologia não coincide com as dores.

Nos casos agudos, a prescrição de antiinflamatórios pelo médico e adequação de treino com o professor melhoram o quadro álgico. Nos casos crônicos a fisioterapia ajuda no processo de melhora.

Um treinamento de corrida adequado, fortalecimento dos membros inferiores como os músculos posterior da coxa, quadríceps e panturrilhas evitam o aparecimento da tendinite patelar

Professor especialista em Treinamento individual e Qualidade de Vida pela PUC-PR, Personal trainer e corredor nas horas vagas. Professor em Musculação e avaliador físico em Curitiba.

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